A Importância dos Bons Hábitos Cotidianos (NSFW)

por Héracles

Você aí, já parou para pensar no quanto a sua vida está andando para frente ou para trás nesse exato momento? Já pensou na sua rotina, em quanto isso está te levando a algum lugar, te fazendo evoluir como pessoa, ou talvez o quanto essa rotina esteja fazendo exatamente o contrário disso? Quando pensamos nos bons exemplos de pessoas que andaram por aí no mundo fazendo coisas importantes, nem sempre, ou quase nunca, consideramos o quão fundamentais esses pequenos hábitos cotidianos, feito dias a após dia impactaram na realização de grandes coisas, que normalmente julgamos como “feitos aleatórios” ou “golpes de sorte”. Isso também nos leva a um outro aspecto importante do desenvolvimento humano num sentido bastante amplo, naquilo que antigamente chamávamos de “ganho ao direito de nobreza”, termo ou qualidade essa difícil de categorizar e definir em palavras ou mesmo com exemplos nos dias de hoje. Bem, ao longo desse texto tentarei me fazer mais objetivo e já aviso de antemão aos politicamente corretos, afeminados, aos frágeis, sentimentais e facilmente injuriados que nem percam tempo lendo o resto, se poupem do constrangimento.

Sangue nobre não é feito com mágica, ou com horarias sociais sem sentido, mas com tempo, dor, sofrimento, disciplina e coragem!

Nos tempos imemoriais, no início de qualquer civilização, a nobreza ou o que hoje chamamos de “elite”, sempre foi composta por uma singela parte da sociedade ao qual estavam inseridos, por homens (Männerbund) que segundo as lendas, tinham descendência dos próprios deuses olímpicos ou qualquer outra designação que possam ter recebidos em culturas diferentes. Eram seres especiais, que com toda certeza, não se misturavam com a ralé, ou seja, as pessoas inúteis e fracas, tanto espiritualmente quanto mentalmente. Ser da elite nesse inicio não era sinônimo de ter grandes posses materiais (dinheiro) mas sim de ter demostrado grande coragem, criatividade, descoberto coisas novas, de ter algum talento incrível e ter feito algo extraordinário pela comunidade, ou mesmo apenas pela própria família/clã. Estes homens tinham a honra de serem considerados por todos possuidores de um sangue melhor, e todos os seus descendentes também teriam essa honra.

Por esses feitos, estes homens nobres tinham mais direitos de posses que os demais da comunidade (seja posse material ou de mulheres) e assim, construiriam seus legados, tendo muitos filhos que carregariam seus sobrenomes e a vontade de vencer e dominar, com terras para cultivar e o desejo interno de descobrir e conquistar muitos outros lugares. Ou seja, o sangue nobre na antiguidade era CONQUISTADO e não apenas herdado, uma vez que mesmo esses filhos de um grande cara do passado, (que tinham um sobrenome de peso) mesmo esses, tinham que provar o seu valor, normalmente em batalhas, justamente para manter e reafirmar a nobreza desse nome. Sem essas provações, esse sangue deixaria de ser tão valoroso e perderia sua nobreza nas próximas gerações. A cobrança e a responsabilidade destes era ainda maior que a de qualquer outro homem naquela época. Sangue nobre era uma virtude adquirida com muito suor e sacrifícios pessoais em vários sentidos.

Com a passagem dos séculos, a gradual complexidade e acúmulo de riquezas da sociedade humana como um todo, provas de valor foram deixando de ser necessárias, pois a sobrevivência se tornou algo mais simples e ser da “nobreza” (agora entre aspas) seria simplesmente quem tinha herdado um sobrenome famoso, e não precisaria provar nada por esse título. Normalmente pelos feitos passados, essas famílias já acumulavam grande quantia de bens e dinheiro, que é o única coisa que importa no nosso mundo atual e que acabou sendo anexado ao sentido de “nobre”. Lógico que com essa constituição dos fatos diferente de antigamente não era/é difícil pessoas de merda, que não passam de um peso na terra terem a honra de serem consideradas“elite”, uma vez que elite é simplesmente possuir bens materiais, ou alguma fama estúpida.

Leia mais aqui: http://complexoherculeo.blogspot.com/2018/08/a-importancia-dos-bons-habitos.html

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