Somos carnívoros ou vegetarianos? Parte 3

lascaux hunters blog Are we meat eaters or vegetarians? Part IIIpor Michael Eades. O original está aqui.

Há pouco mais de dois anos eu escrevi um par de posts argumentando que nós cortávamos nossos dentes ancestrais em carne, e que ao contrário de todas as bobagens vegetarianas sobre tamanho do cólon, estrutura dentária etc., as evidências antropológicas e arqueológicas convincentemente demonstram que somos descendentes de comedores de carne e não de vegetarianos.  (Clique aqui e aqui para ver os originais. As traduções estão aqui e aqui) Um par de desenvolvimentos recentes me inspiraram a escrever um terceiro.

Primeiro, eu tenho notado tanto ao conversar com pessoas no Ancestral Health Symposium (Simpósio de Saúde Ancestral) no último Agosto e ao participar de várias palestras que muitos seguidores de suas próprias versões da dieta ancestral estão assustadoramente incluindo mais e mais carboidratos. E recomendando isso aos seus seguidores.

Quando MD (NT.: MD é a esposa do autor) e eu escrevemos Protein Power em meados dos anos 1990, nós usamos a dieta paleolítica como um argumento para a eficácia da dieta low-carb. Se o homem pré-agricultural evoluiu em um meio desprovido de comidas com muito carboidrato, nós pensamos, então a seleção natural deveria ter eliminado aqueles que não se davam bem com aquilo que estava disponível, deixando nós, os descendentes, energizados através de processos metabólicos que funcionavam melhor com substratos de proteínas e gorduras. Se a obesidade e diabetes excessivas (nós pensávamos que eram excessivas naquela época) forem consequência de uma dieta para a qual não fomos feitos, então mudar para uma mais adequada a nós metabolicamente deverá produzir mudanças boas substanciais. O que a mudança sem dúvidas faz.

Eu não posso fazer nada além de lembrar a grande citação do Dr. Blake Donaldson,que mudou a cara de sua prática medicinal em Nova York após conviver um tempo com Vilhjalmur Stefansson.  O Dr. Donaldson escreveu em Strong Medicine (Remédio Forte), seu livro sobre uma dieta quase toda de carne:

Durante os milhões de anos que nossos ancestrais viveram caçando, cada fracote que não conseguia manter uma saúde perfeita consumindo carne fresca e água foi deixando de se reproduzir.

Agora, parece, muitos que começaram com a dieta paleolítica começaram a mudar de um paradigma a-dieta-paleolítica-é-basicamente-low-carb para um paradigma dieta-paleolítica-é-basicamente-tudo-que-não-é-neolítica. E embora o homem neolítico tenha cultivado todos os tipos de plantas, a maioria daqueles que seguem a dieta paleolítica consideram somente grãos como comidas realmente neolíticas. Alguns deles dão um passo além e argumentam que uma vez que o homem pré-agricultural não poderia ter domesticado animais (exceto alguns tipos de cães), então ele não poderia ter comido laticínios. Então, esses puristas paleolíticos evitam grãos e laticínios. Tanto os que comem quanto os que não comem laticínios, porém, estão começando a incluir grandes quantidades de carboidratos – primordialmente amido – em suas dietas com a presunção de que o homem paleolítico o teria comido.

Eu não tenho dúvidas que um homem do paleolítico enfiaria a cara em um caixa de rosquinhas se tivesse a oportunidade. Mas ele não tinha. Ele também raramente tinha a oportunidade de indulgir numa festa de carboidratos compostas de frutas e vegetais com muito amido. Talvez na primavera quando as frutas amadureciam (se ele conseguisse chegar antes dos pássaros e insetos), mas não muito durante o resto do ano.

(Eu sei que Denise Minger escreveu um post a pouco tempo demonstrando que existem frutas com muito açúcar e amido em áreas tropicais, querendo dizer que os primeiros humanos devem tê-las consumido, e logo evoluíram para se adaptar bem à dietas com muitos carboidratos. O problema com este raciocínio é que o homo sapiens arcaico emigrou das áreas tropicais entre 60.000 e 150.000 anos atrás e passou pela encruzilhada da seleção natural em outros climas com menos frutas. As pessoas de ascendência europeia certamente tinham ancestrais que não tinham acesso a essas frutas a qualquer hora.)

O segundo evento que me levou a escrever isto foi um linha de um post convidado no blog  Free the Animal de Richard Nikoley, por Darrin Carlson intitulado “The Five Failings of Paleo.” (Os cinco erros da dieta paleo) Nas palavras do próprio Mr. Carlson, o erro #1:

Nós REALMENTE não sabemos o que nossos ancestrais comeram [Negrito e letras maiúsculas no original.]

Eu discordo por um par de razões. Primeiramente, nós podemos ter bastante certeza do quê nossos ancestrais europeus não comeram. Eles não comiam trigo anão, maçãs Red Delicious, bananas, peras Barlett ou quais outros tipos de frutas híbridas comumente disponíveis hoje em dia. Até onde sabemos não existia nenhum Luther Burbanks paleolítico enxertando e hibridizando plantas para fazê-las maiores e mais doces. Nosso predecessores comeriam quaisquer comidas vegetais que estivessem à mão, que é mais ou menos o você encontrará nas florestas ainda hoje. Eles teriam de brigar com pássaros e outros animais selvagens para conseguir essas frutas, e as teriam somente sazonalmente.

O segundo motivo que eu discordo é aludido pelo Mr. Carlson em sua explicação do erro #1: Ele disse:

Nós ainda temos de achar um orelhão mágico que nos transportaram de volta no tempo – apesar de Bill e Ted – para observar diretamente como nós tata(450 vezes)-ravós viveram.

Na verdade nós temos tal ‘orelhão mágico’ disponível a nós, ou pelo menos àqueles que sabem usá-lo. É um espectrômetro de razão de massa de isótopos (isotope ratio mass spectrometer), e seu uso foi refinado nos últimos 30 a 40 anos para nos permitir dar uma espiada no passado e calcular o que nossos ancestrais comeram.

Eu conheci esse ‘orelhão mágico’ no outono de 2000 em Hamburgo, Alemanha onde MD e eu participamos de uma boa conferência intitulada Meat and Nutrition (Carne e Nutrição). Após a última apresentação, em uma tarde fria, enevoada, triste e com garoa, MD, Loren Cordain e eu começamos uma peregrinação à Indra e ao Kaiserkeller, os clubes onde os Beatles começaram sua carreira no começo dos anos 1960. Nós pedimos à Michael Richards, um professor na University of Bradford para se juntar a nós. Na primeira manhã da conferência, Michael havia dado uma palestra fascinante sobre o uso de isótopos estáveis para determinar a dieta do homem primitivo, e nós queríamos aprender mais sobre o assunto.

Após passarmos pelos lugares que os Beatles se apresentaram no começo, nós fomos para um café de Hamburgo para nos aquecermos. Eu perguntei muito sobre a metodologia dos isótopos estáveis e segui a crescente literatura desde então. Michael se tornou uma super-estrela acadêmica e agora está no prestigiado Max Planck Institute para Antropologia Evolucionária em Leipzig, Alemanha, onde ele continua a publicar seu trabalho sobre análises isotópicas da dieta dos primeiros homens.

Vamos dar uma olhada no ‘orelhão mágico’ da análise de isótopos estáveis e ver o que ele mostra. Toda a noção é bem complexa então eu fico dividido entre fazer a ciência simples o suficiente para que Homer Simpson pudesse entendê-la, o que realmente não faz justiça à técnica, ou fazê-la desnecessariamente difícil. Vou tentar algo no meio do caminho.

Conforme quase todo mundo sabe, átomos são compostos de prótons, nêutrons e elétrons. O número de prótons dá a um elemento seu número atômico. Um dado elemento sempre tem o mesmo número de prótons mas pode ter quantidades variáveis de nêutrons. O carbono, por exemplo, tem seis prótons (e um número atômico de 6). Mas o átomo de carbono pode ter 6, 7 ou 8 nêutrons. Todas as três versões são carbono, mas os átomos variam no número de nêutrons. Estas três versões diferentes são chamadas de isótopos, então basicamente isótopos são átomos do mesmo elemento, com o mesmo número de prótons mas números diferentes de nêutrons. A massa atômica de um átomo é determinada pelo número de prótons e nêutrons que ele contém, então embora o carbono sempre carregue o número atômico 6, ele tem três massas atômicas diferentes : 12C, 13C e 14C.

Átomos de carbono com uma massa atômica de 12 e 13 (12C, 13C) são estáveis, enquanto que o 14C (pronuncia-se carbono 14) se desintegra radioativamente ao longo do tempo.  Este decaimento radioativo é o que permite a cientistas determinarem a idade de materiais orgânicos até 40.000 anos de idade. A descoberta da radioatividade natural do 14C e sua utilidade em determinar idades deram a Willard Libby o Prêmio Nobel de Química em 1960. Embora os isótopos instáveis como o 14C tenham seus usos, aqui nós nos preocuparemos com os isótopos estáveis.  Principalmente o 12C, 13C, 14N e 15N (nitrogênio 14 e 15). A partir desses quatro isótopos estáveis, nós podemos aprender muito sobre a dieta do homem primitivo.

Armas nucleares começaram a adicionar 14C à atmosfera em meados dos anos 1940, então a razão entre 12C, 13C e 14C mudou levemente. Uma vez que 12C e 13C são estáveis, não houve virtualmente qualquer mudança na razão entre os dois ao longo do tempo. Mas foi descoberto que a razão entre ambos varia de um material que contém carbono para outro. Por exemplo, o dióxido de carbono gerado por rochas calcárias contém mais 13C do que o dióxido de carbono gerado pela queima de madeira. Em geral, fontes marinhas contém mais 13C do que fontes terrestres.

Só para tornar as coisas um pouco mais complexas, quando pesquisadores submetem amostras a um espectrômetro de massa para determinar a razão 13C/12C, esta razão é comparada com um padrão que foi acordado previamente. Então a diferença entre uma amostra e o padrão é chamada de conteúdo relativo de 13C, que é simbolizada por δ13C e medida em partes por mil (‰). Então se a amostra tem uma razão menor que a padrão de 5 partes por mi, ela é definida como tendo um valor de δ13C de −5‰.

Não se preocupe com tudo isso acima – somente se lembre que quando você vir o símbolo δ13C daqui para a frente, ele se refere à razão entre o 13C para o 12C. Não se desespere. Vai ficar mais fácil conforme formos caminhando.

Do peso seco do osso, um pouco mais de 25% é colágeno, e é o colágeno o tecido preferido para análises de isótopos estáveis. Virtualmente todo o carbono e nitrogênio no colágeno vem de proteínas, e uma vez que a maior parte da proteína do corpo humano vem da proteína na dieta, os isótopos de carbono e nitrogênio no colágeno refletem as fontes de proteína da dieta. E uma vez que a composição de isótopos estáveis do colágeno muda muito lentamente, as razões entre os isótopos estáveis de carbono e nitrogênio refletem a dieta em um período de aproximadamente oito a dez anos.

Isótopos estáveis tanto do carbono quanto do nitrogênio ocorrem em proporções variáveis em comidas diferentes, e essas proporções são transmitidas aos animais, inclusive humanos, que comerem essas comidas. Ao saber as proporções de isótopos em diversas comidas, nós podemos determinar essas comidas ao analisarmos os isótopos estáveis no colágeno humano.

Pesquisadores estão aptos a extrair informações valiosas a partir do colágeno de ossos antigos. Infelizmente não existem muitos ossos antigos espalhados por aí, e uma vez que parte dos ossos pode ser destruída para realizarmos a análise de isótopos, estas análises não são feitas aos milhares. Cada vez que um esqueleto ou grupo de esqueletos é descoberto Michael Richards e outros pesquisadores de isótopos estáveis tentam pegar um pedacinho do osso e olhá-lo no espectrômetro de massa. Este tipo de trabalho tem sido feito a décadas agora, e os resultados – embora arduamente coletados um espécime de cada vez – estão sendo acumulados, e agora existe uma quantidade razoável de dados.  E estes dados são notavelmente uniformes ao mostrarem os hábitos dietários dos nossos ancestrais europeus.

O δ13C  e o δ15N revelam informações diferentes sobre a dieta do homem paleolítico. Uma vez que o isótopo 13C é achado em maiores quantidades em ambientes marinhos do que em ambientes terrestres, um δ13C maior indica uma dieta com muita proteína de fontes do mar, enquanto um δ13C menor é associado a dietas compostas principalmente de proteínas terrestre. Pesquisadores acumularam dados consideráveis sobre o δ13C de focas e outros animais parecidos que vivem consumindo outros seres marinhos para comparar com os dados obtidos de animais vivendo em terras longe do mar. Ao comparar o δ13C de ossos de humanos ancestrais com estes extremos podemos determinar se os humanos consumiam proteínas de fontes marinhas ou terrestres, ou uma combinação das duas.

O δ15N conta uma história diferente. O δ15N basicamente nos conta onde o animal está dentro da cadeia alimentar. Comidas vegetais básicas tem um valor de δ15N razoavelmente constante. Quando animais, tipicamente herbívoros, comem tais plantas, o isótopo N estável da planta tende a se concentrar entre 5 a 8% no colágeno do animal. Então se o colágeno de um animal tiver, digamos, 7% a mais de δ15N do que a flora local, podemos dizer que o animal era herbívoro. E animais que são reconhecidamente herbívoros, quando analisados, se encaixam nesse espectro.

Qualquer animal, inclusive o homem, que come herbívoros terá um colágeno cujo δ15N é aproximadamente 7% maior que aquele achado nos herbívoros que eram a comida, um fato confirmado pela análise de isótopos estáveis em carnívoros. Um super carnívoro (pela falta de um termo melhor) que come outros carnívoros e herbívoros terá um nível de δ15N ainda maior.

Então, o δ15N nos indica onde estamos na cadeia alimentar enquanto o δ13C nos conta se a nossa comida vem da água ou da grama ou de ambas.

Agora que temos um entendimento completo do ‘orelhão mágico’ que é a análise de isótopos estáveis, vamos dar uma olhada no que os dados mostram.

Os dados como um todo mostram o seguinte:

O homem primitivo era um carnívoro de alto nível. (Assim como seu parente distante, o Neandertal, que viveu concomitantemente ao homem antigo na Europa.) Um carnívoro de mais alto nível, de fato, que raposas, lobos e outros carnívoros conhecidos. Os primeiros humanos anatomicamente modernos obtinham a maior parte de sua proteína de animais terrestre. Conforme o tempo passou e as populações de grandes animais que eram caçados diminuíram devido à caça pesada tanto de humanos quanto de Neandertais, a posição humana na cadeia alimentar não mudou, mas as fontes de proteína mudaram de totalmente terrestres para cada vez mais marinhas (que incluem peixes de água doce, mexilhões, amêijoas etc., todas as quais tem um δ13C similar ao de animais do oceano). Independentemente de se a proteína veio da terra ou mar, o homem primitivo ocupou um nicho de super carnívoro nos dias pré-agriculturais.

Aqui vai um par de gráficos mostrando estudos de isótopos estáveis feitos por Michael Richards – um de Neandertais; e o outro do homem primitivo – que eu apresentei no Ancestral Health Symposium (Simpósio de Saúde Ancestral) em agosto na UCLA.

Stable isotope Neanderthal Are we meat eaters or vegetarians? Part III

(O que os Neandertais comiam? A evidência de isótopos estáveis aponta decisivamente que eles se comportavam como carnívoros de alto nível. [Neandertal em roxo e laranja, lobo em azul e raposa em verde])

Conforme vocês podem ver a partir desse slide, os Neandertais ficavam um pouco acima do lobo e da raposa na escala de predadores/comedores de carne. Conforme Michael Richards comentou no artigo citado acima:

…a dieta do Neandertal europeu indica que embora fisiologicamente eles eram presumivelmente onívoros, eles sem comportavam como carnívoros, e a proteína animal era a principal fonte de proteína na dieta.

Quando olhamos outro estudo avaliando humanos ancestrais, vemos praticamente a mesma coisa.

Stable isotope Early human Are we meat eaters or vegetarians? Part III

Comparado às raposa do ártico, você pode ver que os primeiros humanos estão fora da tabela, na direita. O comentário de Michael Richard:

Estávamos testando a hipótese de que estes humanos tinham uma economia principalmente de caça, e logo uma dieta alta em proteína animal. Descobrimos ser este o caso…

A maior parte dos estudos de isótopos estáveis demonstra que tanto Neandertais quanto humanos ancestrais eram, em seus núcleos robustos, comedores de carne ao máximo. O que os estudos de isótopos estáveis não mostram, é o quanto de carboidratos esse pessoal comia junto com sua carne. (Na verdade alguns estudos de isótopos estáveis demonstram que tipos de carboidratos no sentido que eles conseguem diferenciar grãos de não-grãos, mas uma vez que não existiam grãos comestíveis no paleolítico, isto não é uma preocupação.) Mas desde que nós sabemos que lobos e raposas são predadores que consumem principalmente comida de origem animal, e nós sabemos que os humanos primitivos tem um marcador de isótopos estáveis ainda mais carnívoro, parece improvável que estes humanos consumissem muitas calorias de fontes não-animais. Lembre-se, fontes naturais de proteína são quase sempre associadas à gordura (enormes quantidades de gordura se a proteína vier de animais grandes e a carcaça inteira for consumida), então é duvidoso que nós tivéssemos ou a capacidade ou a necessidade de complementar uma dieta baseada em proteína e gordura com muitos carboidratos. Mas, de qualquer modo, mesmo que nossos ancestrais tivessem comido alguns carboidratos que eles conseguiam arranjar em certas épocas, a evidência dos isótopos estáveis claramente demonstra que eles não eram vegetarianos.

Se você quiser ler mais sobre a análise de isótopos estáveis para a determinação de qual era a dieta dos primeiros homens, um bom lugar para começar são as publicações de  Michael Richards. (em inglês)

Outras fontes boas para informações básicas (em inglês):

Katzenburg MA (2008) Stable isotope analysis: a tool for studying past diet, demography, and life history. In Katzenburg MA, Saunders SR (eds) Biological Anthropology of the Human Skeleton. (Hoboken, Wiley-Liss) 2nd Edition pp 413-441

Schoeninger MJ, DeNiro M (1984) Nitrogen and carbon isotopic composition of bone collagen from marine and terrestrial animals.  Geochim Cosmochim Acta 48:635-639.

Schoeninger MJ (1995) Stable isotope studies in human evolution. Evolutionary Anthropology 4(3): 83-98.

van der Merwe, NJ (1982) Carbon isotopes, photosynthesis, and archeology. American Scientist 70: 596-606.

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