Melhore 1% a cada dia: o Caminho para o auto-aperfeiçoamento Kaizen

O texto abaixo é bem parecido com o do Ludvig Sunstrom que eu traduzi uns tempos atrás (https://nuvemdegiz.wordpress.com/2014/12/22/como-entender-e-usar-o-poder-da-mudanca-incremental-e-por-que-a-maioria-das-pessoas-nao-faz-isso/) e também um texto excelente. Hábitos são difíceis de serem mudados, mas o foco no longo prazo e na aplicação consistente de melhorias diárias nos levam longe.

FÊNIX REALISTA

por Appollo – 2015 (tradução)
Fonte:Get 1% Better Every Day: The Kaizen Way to Self-Improvement

Melhore 1% a cada dia: O Caminho para auto-aperfeiçoamento Kaizen

[Imagem: axe.jpg]

Já aconteceu com todos nós.

Você tem um “volta Jesus” por um momento e decide que precisa fazer mudanças em sua vida. Talvez você precise gastar algum dinheiro, pagar alguns débitos, ou está desesperado para sair desperdiçando tempo na internet.

Então você começa a planejar e esquematizar.

Você toma seu diário e escreve em negrito uma estratégia ousada que te auxilie no lidar com sua busca pelo auto-aperfeiçoamento. Você define grandes e difíceis metas inteligentes com prazos firmes. Você baixa aplicativos e compra equipamentos que iráão ajudá-lo a alcançar seus objetivos.

Você sente uma grande pressa que vem acreditando que você está virando uma nova página, e, na verdade, os primeiros dias vão muito bem. “Desta vez”, você diz a si mesmo, “desta vez será diferente”.

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Introdução ao Estoicismo

O original está aqui.

Tradução por Daniel Castro

Aproximadamente 2.000 anos atrás um filósofo romano chamado Sêneca disse o seguinte sobre a situação da filosofia em sua época:

“De fato existem erros cometidos, através das falhas de nossos conselheiros, que nos ensinam como debater e não como viver. Há também erros cometidos pelos estudantes, que vão a seus professores para desenvolver, não suas almas, mas suas inteligências. Assim sendo, a filosofia, o estudo da sabedoria, se tornou filologia, o estudo das palavras.” (Lucius Seneca, Letters from a Stoic (Cartas a Lucílio)

Estas palavras soam verdadeiras até hoje, onde a filosofia, ainda mais que na época de Sêneca, perdeu de vista a questão mais importante de todas, de como viver.

Sêneca foi um membro da escola filosófica conhecida como Estoicismo, e enquanto hoje em dia a palavra ‘estoico’ seja entendida como um indivíduo não afetável pelo prazer ou dor, a definição moderna não representa fielmente a Escola Estoica de Filosofia.

O antigo estoico não era alguém que vivia a vida sem quaisquer emoções, mas ao invés disso era alguém que tentava se livrar das emoções negativas, e cultivar uma força interior e uma felicidade que irradiavam de seu ser, não importando as circunstâncias externas com que ele se deparasse.

Conforme ele explica, o estoico deve

“necessariamente ter uma alegria e felicidade que sejam tão profundas, e que venham de seu profundo interior, uma vez que ele se deleita em seus próprios recursos, e não deseja nenhuma satisfação além daquelas que vem de dentro.” (Lucius Seneca, Letters from a Stoic)

É devido ao fato que o Estoicismo coloca como ideal a conquista da tranquilidade em meio a lutas, e da alegria em meio a adversidades que temos visto um renascimento de sua popularidade nos tempos modernos. De fato, os princípios formulados pelos antigos filósofos estoicos formam a base da terapia cognitivo-comportamental, uma abordagem psicoterapêutica que é cada vez mais vista como o modo mais eficaz de superar diversas doenças mentais.

As raízes do Estoicismo voltam até o antigo filósofo Zenão de Cítio – Cítio sendo a cidade no Chipre onde ele nasceu. Zenão viveu de 334 a 262 AC e por volta do ano 300 AC se mudou para Atenas para praticar filosofia. Zenão fundou uma escola filosófica em Atenas, e porque ele dava suas aulas em um ‘pórtico pintado’ (Stoa Poikile) seus estudantes eram chamados de ‘Estoicos’.

Zenão, junto a outros filósofos estoicos que se seguiram a ele, foi extremamente influenciado por Sócrates. A influência deste era tão grande que o filósofo estoico romano Epíteto foi citado dizendo: “E você, embora não seja ainda um Sócrates, deveria viver como alguém que pelo menos quer ser um Sócrates.”

Enquanto Zenão foi o fundador do  Estoicismo, foi um de seus seguidores, Crisipo de Solis, que se tornaria o mais influente dos estoicos gregos. Embora nenhum de seus trabalhos tenha chegado até nossos dias, Crisipo alegadamente escreveu cerca de 700 trabalhos, e é amplamente considerado o maior filósofo da antiguidade, atrás somente de Sócrates, Platão e Aristóteles.

senecaEmbora o estoicismo tenha se originado na Grécia Antiga, ele chegou à sua maior popularidade séculos depois no Império Romano. A maior parte de nosso conhecimento sobre o Estoicismo deriva dos escritos e ideias destes ‘Estoicos Romanos’. Estoicos romanos importantes incluem Sêneca, Caio Musônio Rufo, Epíteto, que nascera escravo, e Marco Aurélio, imperador de Roma entre 161 e 169 DC.

Os estoicos dividiam a filosofia em três partes: lógica, física e ética. Porém, seu foco era na ética, e um estudo da natureza servia somente para solidificar suas visões éticas. Eles pensavam que a felicidade era adquirida pela virtude, excelência de caráter, que por sua vez era adquirida ao se ‘viver de acordo com a natureza’. Uma vez que a virtude era conquistada ao se viver de acordo com a natureza, os estoicos julgaram necessário entender a natureza do cosmo para determinar como se viver. Continuar lendo

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Estratégia Bimodal

Quem lê meu blog deve saber que sou fã do Nassim Taleb, então foi uma bela surpresa para mim ver o excelente texto do Hércules, de ontem:

Muito se fala sobre a importância de ser “equilibrado” e seguir pelo “caminho do meio”, que devemos não ser extremos nas nossas atitudes e escolher tudo com parcimônia e uma certa dose de suavidade. Justamente para evitar maiores riscos a nossa integridade, seja elas de perdas financeiras ou físicas e até mesmo psicológicas. A extensão dessa ideia na nossa sociedade de uma maneira geral é bastante abrangente e altamente aceita nos mais diversos meios sociais, e intelectuais. Talvez até você mesmo, caro leitor, pense que esse tipo de alinhamento mental seja o mais razoável e obviamente o mais racional e se seguir, dada a violência e crise financeira ao qual o nosso maravilhosos pais passa.

Bem, talvez essa ideia de permanecer no meio, sem se permitir ir a qualquer extremo diga muito sobre qual é a personalidade e o espirito da espécie humana hoje. Essa seja talvez a característica principal do homem cosmopolita comum, o homem mediano, a classe média. Percebam que o homem médio, o homem comum tem opinião sobre os mais diversos assuntos e temas, mas não tem uma posição definitiva sobre nada. O homem médio vai na academia e gosta de esportes, mas não ao ponto de seguir protocolos a risca, fazer dietas e até quem sabe contrair uma lesão devido a intensidade do treino, pois afinal, isso já é extremismo. Ele é o espectador, não o praticante. O homem médio tem seu salário e uma vida confortável, não é rico, mas também não é pobre. Ou seja o homem médio é uma mistura de tudo, mas não representa nada. É só mais um carinha que vc vê perambulando por ai, sem destaque, sem brio, sem nada de mais.

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Top 10 razões para não correr maratonas

Por Art de Vany, o original está aqui.

Tradução por Daniel Castro

Isto foi escrito em 2008 e resumia a pesquisa existente na época. Agora o caso é que você pode descobrir significantes riscos associados ao excesso de corrida de fundo na literatura.

Aqui estão as:

Top 10 razões para não correr maratonas

pheidippides10. Correr maratonas danifica o fígado e a vesícula biliar e alterar marcadores bioquímicos adversamente. O HDL abaixa, o LDL aumenta, a quantidade de hemácias e leucócitos diminuem. A função da vesícula biliar e a testosterona diminuem.
9. Correr maratonas causa danos agudos e severos à músculos. Danos repetidos causam a infiltração de colágeno (tecido conectivo) nas células musculares.
8. Correr maratonasinduces kidney disfunction (renal abnormalities).
7. Correr maratonas causa microtrombose aguda no sistema vascular.
6. Correr maratonas eleva marcadores de câncer. S100beta é um deles. O fator is one of these markers. O fator de necrose tumoral, TNF-alpha, é outro.
5. Correr maratonas danifica seu cérebro. O dano se parece com trauma cerebral agudo. Corredores tem um S100beta (novamente) elevado, um marcador de danos cerebrais e da disfunção da barreira entre o cérebro e o sangue.
4. Maratonas danificam seu coração. De Whyte, et al Med Sci Sports Exerc, 2001 May, 33 (5) 850-1, “Estudos ecocardiográficos demonstram disfunção cardíaca após exercícios de ultra-resistência em indivíduos treinados. Competições Ironman e semi-Ironman resultavam em anormalidades reversíveis na função ventricular esquerda sistólica e diastólica. Resultados sugerem que o dano miocárdica pode ser, em parte, responsável pela disfunção cardíaca, embora os mecanismos responsáveis por este dano ainda não foram totalmente elucidados.”
3. Atletas de resistência têm mais degeneração na espinha.
2. Ao menos quatro participantes da Maratona de Boston morreram de câncer cerebral nos últimos 10 anos. Puramente anedotal, mas consistente com os valores elevados de S100beta e TKN-alpha. Talvez também isso esteja ligado aos micro-trombos no endotélio observados em maratonistas.
1. O primeiro maratonistas, Phidippides, colapsou e morreu ao final de sua corrida. [Jaworski, Curr Sports Med Rep. 1005 June; 4 (3), 137-43.

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Running, ou cavalgada dos autistas: contra a moda do esporte politicamente correto

(Tradução por Anônimo)

por Eduardo Velasco

Primeiro exemplo: X é convencido por um amigo e colega de trabalho para treinar com ele. O esporte em questão é simples: LSD (long slow distance, ou longa distância lentamente). Não se trata de correr sprints rápidos, curtos e violentos, ou um circuito elaborado, com obstáculos, pesos, mudanças de ritmo e direção para melhor exercer todas as possibilidades do corpo humano, mas algo mais simples: uma corrida contínua monótona de cerca de uma hora, quase todos os dias da semana. Este esporte também é barato, mas ultimamente não tanto: malha, tênis de cross, raincoat reflexivo, camisa respirável, pulsômetro, GPS, cronômetro, bebidas isotônicas, óculos de sol, uma bainha de braço para iPod… O esporte tem engendrado indústrias inteiras, endurance shops, a ascensão de marcas anteriormente desconhecidas (Kalenji, Salomon) e o negócio dascorridas populares, em que é necessário pagar para destruir o corpo. Bem, para este esporte que eles chamam de running ou corrida.

Eles deveriam chamá-lo de corrida autista monótono-repetitiva… ou Síndrome de Forrest Gump.
No início ele não aguenta até o final da corrida e há vários trechos onde ele tem que andar e até mesmo parar para respirar. O peito explode, as pernas estão queimando e a rigidez nos dias seguintes é infernal. Há momentos em que a visão fica um pouco turva, ou então enjoado, ou mesmo a barriga embrulhada. Mas depois de um par de semanas, é claro progressa. Não muito tempo depois ele estará participando de meia maratonas, maratonas e competições. Agora ele se sente saudável e em forma: há algo que é bom e agradável. As endorfinas geradas por este exercício o têm viciado, enganchado, anestesiado, colocado. Se ele não pode correr, ele sofre e se inquieta, como um viciado que foi negado uma droga. Correr se tornou para ele um meio para obter sua dose de endorfinas.
Um dia ele recebe um convite em seu celular. Os antigos colegas de classe do instituto vão ficar para jogar um jogo de futebol e depois sair para jantar. Ele vai encantado, em parte ansioso para mostrar seu progresso físico. Mas durante o jogo, ele imediatamente percebe que ele não será capaz de suportar os noventa minutos de jogo. Essas mudanças súbitas de ritmo e direção fazem que suas fibras se estilhaçam, esmagando-se com cada aperto muscular; essas explosões agressivas deixam-no quebrado. Seu pulso e taxa respiratória sobem, ele que pensava que era “fitness cardiovascular”. Nas pausas, é recheado com bebidas isotônicas. Em vez disso, todos os seus companheiros — a maioria dos quais são maiores do que ele, incluso alguns são gordos — realizam o jogo sem muita dificuldade. Suando, respirando, corando… mas mantendo o ritmo. Ele percebe que ele passou muito tempo — anos! — sem fazer um único movimento violento e ameaçador com seu corpo. Leva muito tempo sem fugir e perseguir. Sem atacar e sem defender. Cego pela moda, ele esqueceu que a Natureza é um mundo de luta e de perseguição, súbitos arrebatos de ferocidade, ganchos cheios de raiva e adrenalina, súbitas mudanças de direção e ritmo, e violentos confrontos à vida ou à morte, sempre seguidos por intervalos. Um mundo onde a corrida contínua não tem lugar exceto como uma rara exceção. E que aqueles que não seguem as exigências da Natureza, pagam com a degeneração psicofisiológica de seu organismo.
Ele lembra-se. Quando estava no colégio, subia as escadas de seu apartamento três a três e até quatro por quatro, assim como descia. Agora, no andar de cima, seus tecidos musculares-amortecedores de choque reativo não se contraem com a velocidade e a violência de que precisa, não detectam mais o espasmo nervoso em suas fibras, e escada abaixo o cérebro faz com que seus pés fiquem “arrepiados” com medo, porque todo o golpe é comido pelo joelho… Um joelho cada vez mais indefeso, ossudo e seco, uma vez que a cartilagem da patela está sofrendo um desgaste lento mas alarmante, os tendões estão inflamados e a musculatura protetora do joelho, “estaladoras” da articulação, é quase inexistente. Um dia, ele pega a bicicleta e percebe falta de “nervo” em suas pernas. Ele é incapaz de pedalar em condições. Outros sintomas perturbadores são baixa libido e mãos frias. Fez uma bagunça, ele vai na Internet para tentar encontrar informações sobre o que aconteceu com ele… E encontra: ele contraiu uma condição chamada no anglosfera chronic cardio syndrome. Depois de algumas semanas de leituras e dúvidas, ele decide definitivamente abandonar a corrida contínua e começar musculação e depois artes marciais, enquanto pratica calistenia em um parque.
Somos atléticos, somos desportistas e tal: a estrogenização social tornou o esporte algo suave, macio e politicamente correto.
 Leia o restante aqui.
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Como escrever seus objetivos para o ano novo

por Ludvig Sunström, o original está aqui.

Tradução por Daniel Castro

 

Eu não quero ser um produto de meu ambiente.

. . . e nem você quer.

Eu quero que meu ambiente seja um produto de MIM.

. . . e você também.

Porque eu sinto deste modo eu criei meu objetivo estratégico para 2015 (NT.: mas, surpresa, as estratégias ainda funcionam em 2017). Eu criei duas cópias do meu objetivo estratégico; uma para o meu commonplace e outra em formato físico.

Eu escrevi aquela caso eu quisesse reformular meu objetivo estratégico, e esta simplesmente para criar um investimento psicológico.

Eu sei que você está se perguntando o quê seria um objetivo estratégico. . .

. . .Mas acalme-se, eu te direi em um minuto. Antes, deixe-me perguntar-lhe algo:

Como está sua vida comparada a um ano atrás ou mais?

Resposta: Sua vida provavelmente está diferente. . .

Novos amigos, novo conhecimento, novos hábitos.

Expectativas diferentes, oportunidades diferentes, ideias diferentes.

Mas você provavelmente não percebe totalmente a extensão desta mudança.

Por quê?

É porque . .

Você está imerso no “agora” e seu cérebro não é feito para perceber mudanças lentas e incrementais.

Mas, seu cérebro pode facilmente perceber e experimentar contraste.

Use isto para sua vantagem.

Então, sabe o que eu estive fazendo nos últimos dias?

Notes goal strategic objective

Eu revisei pilhas de notas antigas. Tanto físicas quanto digitais.

Hoje eu revisei alguns documentos antigos de metas em meu computador, de 2 anos e meio atrás.

Eu os descobri em meu antigo –ahem–“sistema de informação de desenvolvimento pessoal”–ahem– feito de pastas categorizadas contendo documentos de texto. O sistema era realmente ineficiente.

Isto foi antes de eu fazer o meu commonplace no OneNote, que é superior em termos de:

a) Facilidade com que consigo armazenar e recuperar informações relevantes

e. . .

b) Como eu pratico e aprendo coisas novas

. . . o que significa:

c) Mais tempo poupado, maior produtividade e maior qualidade de pensamentos.

Além da ruindade do meu sistema de desenvolvimento pessoal antigo, eu também percebi. . .

. . . O quanto eu era horrível

A maioria dos meus objetivos de então agora já são marcos ou hábito há muito atingidos, sobre os quais eu nem mesmo penso sobre. . .

Coisas como não perder tempo no Facebook, mídias sociais, ou notícias e entretenimento.

Ou aprender tal e tal habilidade, comer esta ou aquela comida mais frequentemente, desintoxificar de tanto em tanto tempo através de jejuns, levantar tanto de pesos, e gastar mais tempo com tal e tal tipo de pessoa.

Mas. . . aqueles eram meus limites, expectativas, e objetivos então– e eles eram bem reais para mim na época.

Eu provavelmente rirei do meu nível de objetivos atual daqui a 2 anos e meio.

Assim espero.

Mas agora eu sinto que eles são arrojados e excitantes.

Daqui a um ano eu serei melhor: Mais rápido, duro e forte.

Melhorado.

Eu me sinto confiante em dizer isto porque focarei em meu objetivo estratégico.

Deixe-me dizer-lhe como você pode fazer o mesmo.

Seu Objetivo Estratégico

Seu objetivo estratégico é um documento direto ao ponto onde você descreve especificamente o que você fará para conquistar seus objetivos no próximo ano.

Seu objetivo estratégico é o sistema que garante que você saiba o que fazer, como você fará e quando você o fará.

Seu objetivo estratégico deve ser breve; use até uma página, ou você nem irá relê-lo. . .

. . . o que você irá fazer ao menos uma vez por semana.

E o motivo é que você irá focar no grande panorama, e não no que a Suzana disse na fila do almoço hoje mais cedo.

Ao permanecer focado você será capaz de aprender com seus erros e corrigi-los mais rapidamente do que quando você se desvia de seu caminho e desperdiça tempo ou age inutilmente em coisas que não adicionam valor a seus objetivos.

Seu objetivo estratégico conterá 3 elementos:

  1. Objetivos
  2. Máximas
  3. Melhores práticas

Vamos falar sobre esses três elementos, começando com…

Suas Máximas e Melhores Práticas

Máximas são príncipios guias nos quais você baseia todos seus atos.

Uma pessoa que não tem quaisquer máximas é uma pessoa frágil, fraca e desleixada à qual falta direção na vida.

Uma pessoa que não tem quaisquer máximas irá sofrer com incertidão, ansiedade em tomar decisões e baixa auto-estima.

Uma pessoa que não tem quaisquer máximas sempre irá procurar uma que as tem para guiá-lo(a) em suas ações e comportamento

…Alguém como você.

Suas máximas compõem seu ethos pessoal.

Quando você estiver escrevendo suas máximas para 2017, leve isso em consideração:

Quais são as “verdades” mais importantes para o sucesso que eu conheço?

Exemplos aleatórios: 

  • Contrarianismo: Se todo mundo fizer algo você fará algo diferente e lucrar com a lei do contrate.
  • Terceira lei de Newton: Para toda ação a uma reação igual e contrária (acate a lei da compensação).
  • Consequências de Ordem Superior: Toda ação tem um efeito ondas (NT.: O termo vem de quando uma pedra jogada na água gera ondas sucessivas. As nossas ações geram efeitos em sucessão também). Certifique-se que sejam positivas ao consertar as causas na raiz.
  • Iniciativa Pessoal: Nada é mais importante em negócios e carreira.
  • Não Confunda Causa e Efeito: Assim como no aprendizado, por exemplo. Ler 80 livros é um indicador que você aprendeu muito, mas isso não necessariamente é verdade (quantidade não é um indicador de qualidade).
  • Pratique a Gratidão: Porque é um dos poucos modos fundamentais de ser consistentemente mais feliz.
  • Pratique o Foco ao invés do Multitarefas: Outro modo fundamental de se tornar mais feliz e eficiente.
  • Homeostase: A mudança é encarada como inimiga. Ela não é confortável. Para ser o melhor que você pode ser você tem de inicialmente se FORÇAR a se adaptar.

Agora, vamos falar sobre as melhores práticas.

Melhores práticas são métodos, técnicas e principio para fazer algo que provaram dar resultados superiores.

Uma pessoa que não segue as melhores práticas é. . . Bem uma pessoa _______ .

Ainda assim, a maioria das pessoas não segue – ou sequer têm- quaisquer melhores práticas.

O motivo disso é que são necessários tempo e energia para fazer as coisas de um modo novo, diferente do que você está acostumado.

Qual é o melhor modo de superar este obstáculo?

Bingo. Você adivinhou: Transformando as melhores práticas em hábitos.

Então, quando você se sentar para escrever suas melhores práticas, mantenha isso em mente:

Quais são os hábitos mais importantes (comportamento) e mentalidades [padrões de pensamento] que eu preciso para melhorar minha vida e alcançar meus objetivos?

Exemplos aleatórios:

  • Confira tudo duas vezes.
  • Pratique a pontualidade
  • Relembre e visualize mentalmente o dia seguinte antes de dormir
  • Entregue mais valor do que o necessário e o faça com entusiasmo
  • Não beba álcool junto com comida
  • Medite pela manhã e à noite
  • Não confie na memória de curto prazo; sempre escreva

Suas máximas não são objetivos: elas são princípios que guiarão suas ações para garantir que você progrida sempre de modo apropriado.

Suas melhores práticas podem ser objetivos: elas são comportamentos, pensamentos e ações que você deve praticar sempre para alcançar objetivos e melhorar sua vida.

Algumas vezes há uma fina linha entre uma máxima e uma melhor prática. Mas enquanto você entender seu propósito isto não importa.

Se ajudar– e ajuda para mim– você deve dividir suas máximas e melhores práticas em categorias como produtividade, carreira, fitness e saúde, pensamento preciso, e assim por diante.

O.K. . . agora que esclarecemos isto, deixe-me falar sobre. . . Continuar lendo

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Breve comentário sobre o caso da Alezzia

por Daniel Castro

alezzia

Um resumo desse caso pode ser visto aqui (embora aparentemente o pessoal da empresa tenha provocado uma menina a fazer o tal ataque antes).

Eu não sei se a provocação ou o “contra-ataque” da empresa foram feitos de caso pensado, mas prevejo que a mesma lucrará bastante com o ocorrido. Simplesmente porque a grande maioria das pessoas protestando contra ela não iria comprar seus produtos de uma maneira ou outra. Por outro lado, a campanha de “ataque” atraiu a atenção de muitas pessoas antifeministas, por assim dizer, que da próxima vez que tiverem de comprar móveis lembrarão do caso. Quando se é antifrágil, realmente nenhuma publicidade é má.

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